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Quando o patriarca não quer ouvir: o preço da "surdez corporativa" nas empresas familiares

É comum encontrar em empresas familiares, o patriarca - geralmente o fundador, ou alguém que é o líder atual - com coragem, visão, capacidade empreendedora admirável, muito trabalho, porém com  perfil de personalidade forte, centralizador, se tornar um risco silencioso, à medida que a empresa cresce e enfrenta novos desafios. Quando o patriarca não quer ouvir “não”, seja de conselheiros, de consultores, ou mesmo da próxima geração, o negócio passa a caminhar sobre um terreno muito perigoso para o negócio. Sobre isso, quero ponderar... Nem todo fundador se encaixa nesse perfil, felizmente. Mas não é difícil encontrar aqueles que compartilham características como: -  Autonomia absoluta na tomada de decisões; - Resistência e desconfiança à opinião de terceiros, profissionais externos; - Dificuldade em aceitar críticas, ou até mesmo sugestões de mudanças; - Apego emocional à empresa e às suas atuações no trabalho; - Crença de que “ninguém conhece o negócio como eu”;...

CNPJ antes do CPF: a chave para a longevidade das empresas familiares.

O Brasil abriga uma grande quantidade de empresas de caráter familiar, responsáveis por parcela significativa do Produto Interno Bruto (PIB) e da geração de empregos. No entanto, a longevidade dessas empresas é um desafio: segundo dados do IBGE, apenas cerca de 30% das empresas familiares sobrevivem à segunda geração e, menos de 10% chegam à terceira. Um dos principais fatores dessa alta taxa de mortalidade está na dificuldade da sucessão e na confusão entre os interesses do negócio (CNPJ) e os interesses pessoais e familiares (CPF). Este artigo busca ponderar sobre a importância de os sucessores de famílias empresárias compreenderem e priorizarem os interesses do CNPJ, abordando as consequências positivas e negativas dessa postura para a empresa e para a família. Então, sobre isso quero ponderar... Em certa palestra ouvi de um palestrante: "é preciso colocar o CNPJ à frente do CPF, se não, esqueça!". Aquela expressão me tocou fortemente. O "ganha-pão" vem do CNPJ, ...

Brasil de 2025. Que país é esse?...

O Brasil  tem sua história marcada por crises de várias espécies, desde seu descobrimento, e atualmente não está diferente. A atual gestão do governo federal leva o país para o que pode ser a pior de todas as crises econômicas, políticas, administrativas, culturais e fiscais.  Sobre isso, quero ponderar... Com uma máquina pública  sempre inchada  em todas as esferas (federal, estadual e municipal), abarrotada com cargos comissionados ocupados em sua imensa maioria pelo nepotismo através de gerações, com pessoas ineficientes, imperítas e negligentes, quantidade de órgãos/instituições desnecessários, despesas públicas muito acima do nível ideal frente as receitas alferidas ( déficit primário ), o Brasil caminha sim para uma crise sem precedentes em sua história. Para piorar, essa realidade econômica atual atrelada ao investimento massivo na desconstrução de nossa cultura popular - que já era pobre, o Brasil caminha a passos largos para se tornar uma nação irrelevante ...

O sucessor de empresa imobiliária.

  Em um país tão singular como o Brasil, onde o mercado imobiliário é um reflexo das complexidades econômicas, sociais e até políticas, a sucessão em empresas familiares do setor transcende a mera transferência de ativos. É, de fato, a passagem de um bastão que carrega consigo não apenas o legado de gerações passadas, mas também a responsabilidade de moldar o futuro. Para um sucessor em uma família empresária imobiliária brasileira, esquecer-se de pontos cruciais pode significar não apenas estagnar, mas colocar em risco a própria existência do negócio. A jornada para garantir a longevidade e o crescimento do empreendimento, demanda uma visão holística e um comprometimento inabalável e adaptação dinâmica constante. Sobre o assunto, quero ponderar... O primeiro e mais vital pilar para qualquer sucessor é o conhecimento aprofundado na empresa, no negócio. São os fatores endógenos do negócio. Não se trata apenas de entender os números da contabilidade ou a localização dos terrenos. Iss...

Rede Social não, Rede Comercial e Rede Política.

As redes sociais, que um dia representaram um espaço de troca de ideias, conexões e compartilhamento de experiências pessoais, já não existem mais como conhecíamos. Sobre isso, quero ponderar... O que antes era uma plataforma para a interação livre entre amigos, familiares e desconhecidos, com o objetivo de aproximar pessoas e compartilhar conteúdo de maneira espontânea e autêntica, agora se transformou em um ambiente essencialmente comercial e político. As redes sociais evoluíram para espaços recheados de patrocínios, anúncios e conteúdos patrocinados, tornando-se ferramentas de venda de produtos, serviços e ideologias. A busca por lucro, visibilidade e influência tornou-se o motor que movimenta esse universo, e com isso, a experiência de quem navega nesses espaços se tornou menos pessoal, mais voltada para o consumo. No início, as redes sociais eram, em essência, comunidades digitais onde os usuários podiam interagir uns com os outros de maneira orgânica, original, criando conteúdos ...

Carga tributária revoltante

 Impostos e mais impostos... É assim que os atuais governos, tanto no âmbito federal, estadual e municipal atuam atualmente, independentemente de seu "lado político" (ditos direita ou esquerda). A discussão sobre "direita e esquerda" é morta. Ela é alimentada para desviar a atenção, pois não leva a nada. Mas por que aceitamos tantos impostos e a criação de novos impostos o tempo todo??? Essa é a questão chave aqui! Por que as pessoas não se revoltam com isso??? Por que entregamos A FORÇA (já que é imposto) 30, 35, 40% do que produzimos ao governo, em um país com renda média baixa? Isso não deveria ser assim e esse índice sempre aumenta, com uma entrega em serviço público péssimo ou inexistente - historicamente. E por que não dizemos "BASTA!" a isso?... Sobre isso quero ponderar. Em países desenvolvidos esse índice tributário é menor, igual ou até maior, mas a entrega em serviços e obras públicas é muito melhor. É um absurdo o que acontece no Brasil. O povo...

Definitivamente, o Brasil conhecido não tem jeito.

O ano de 2024 se encerra hoje e meu sentimento após refletir sobre o ano e a história do país, é que o Brasil "não tem jeito". O Brasil, do jeito que é, não tem jeito. Não há esperança de que dê certo, do jeito em que as coisas estão. Eu gostaria que o Brasil fosse diferente. Gostaria que o país aproveitasse melhor seu potencial, suas reservas minerais, cobrasse caro pelo nióbio, grafeno, ferro, e tantos outros minerais abundantes em nosso subsolo. Que explorasse mais eficientemente nosso petróleo, vento, luz solar. Energia. Que houvesse menos corrupção, que o ensino fosse de melhor qualidade. Eu gostaria que as famílias aqui valorizassem mais os princípios que norteiam bem a vida das pessoas - tão conhecidos já pela história. Sobre isso quero ponderar. É claro que o Brasil possui virtudes. Seu povo em sua imensa maioria, apesar de ser tão cru, tão ignorante, possui virtudes. Mas os pontos que pretendo demonstrar adiante, provam que não tem jeito.  Não se trata de pessimismo ...